Inteligncia Emocional e o Mundo do Trabalho: ganhos e perdas - regiaonoroeste.com
Segunda, 29 de Maio de 2023

Inteligncia Emocional e o Mundo do Trabalho: ganhos e perdas

19/04/2023 as 06:00 | Fernandpolis | Andr Marcelo Lima Pereira
Formalizada em 1990 por Salovey e Mayer, a inteligncia emocional um construto psicolgico considerado recente e constitui um dos aspectos da inteligncia mais discutidos na atualidade, vista como um pilar para o sucesso dentro e fora do trabalho. Segundo o que propem Salovey e Mayer (1990), os seres humanos se distinguem por certo tipo de inteligncia social, vinculada ao autoconhecimento emocional (capacidade para descrever e comunicar os prprios sentimentos), ao controle das emoes (reter as emoes, sem as reprimir, mas direcion-las segundo a situao e o momento mais oportuno), ao reconhecimento das emoes alheias(sensibilidade em relao aos sinais no verbais de outrem) e ao controle das relaes sociais (eficcia interpessoal). Em outras palavras, a inteligncia emocional (IE) habilidade para monitorar os sentimentos e emoes prprias e dos outros, discriminar entre eles e usar essa informao para guiar pensamentos e aes (SALOVEY; MAYER, 1990, p. 189, traduo livre).

Embora a IE tenha sido considerada, supostamente, um novo construto na psicologia cientfica e viesse preencher a lacuna sobre diferenas individuais deixada pelos tradicionais estudos da psicologia, ela seria um tipo de inteligncia diferente da personalidade e, como cincia, ignoraria a relao entre a conduo adequada das emoes de um indivduo e o alcance do bem-estar, social e profissional (ROBERTS; FLORES-MENDOZA; NASCIMENTO, 2002, p. 78). prematuro, porm, considerar que a IE seja esse novo construto cientfico, uma vez que as evidncias sobre a sua natureza e estrutura no so suficientemente slidas, subsistindo problemas conceituais e de mensurao. Isto, porm, no a desqualifica como objeto de estudos nem desconsidera a aplicabilidade de seus princpios e competncias sugeridas para as organizaes.

Em 1995, a inteligncia emocional, conhecida graas a Daniel Goleman (1995), professor da Universidade de Harvard, se popularizou (ROBERTS; FLORES-MENDOZA; NASCIMENTO, 2002; WOYCIEKOSKI; HUTZ, 2009) e, em pouco tempo, passou a integrar o vocabulrio de diversos segmentos da sociedade. Apesar de Goleman (1995) no ter oferecido uma definio conceitual clara de inteligncia emocional, ele se apoiou em pesquisas sobre o crebro, as emoes e a conduta para esclarecer, em linguagem acessvel e persuasiva, as concepes em torno da inteligncia de tipo emocional. Tomou por base o conceito inicialmente formulado por Mayer e Salovey (1990), concebendo uma perspectiva ampliada de IE, acrescentando diversos atributos da personalidade s habilidades cognitivas, como: capacidade de motivar a si mesmo, de perseverar no empenho apesar das frustraes, de controlar os impulsos, de adiar as gratificaes, de regular os prprios estados de nimo, de evitar a interferncia da angstia nas faculdades racionais, de sentir empatia, de confiarnos demais etc. (ANDRADE NETA, GARCA; GARGALLO, 2008, p. 12).

Roberts, Flores-Mendoza e Nascimento (2002, p. 77) justificam o interesse pela IE supondo que pessoas com melhor gerenciamento das prprias emoes so aquelas que provavelmente so mais bem sucedidas no mercado de trabalho e apresentam melhor qualidade de vida. Esses autores ainda consideram que, em uma poca altamente tecnolgica e competitiva, mas com baixo nvel de emprego, o investimento na IE surge como uma alternativa promissora para aumentar o potencial de empregabilidade.

Mesmo sendo amplamente difundida, Mayer, Salovey e Caruso (2002) criticam o uso do termo inteligncia emocionalpara fazer aluso a reas da personalidade que vo alm da emocional e da cognitiva; tambm julgam inadequada a teoria de Goleman por consider-la cientfica, porque, segundo os pioneiros do conceito, ela foi inicialmente apresentada como uma narrativa jornalstica de [sua] prpria teoria [de Salovey e Mayer] (MAYER; SALOVERY; CARUSO, 2002, p. 88), sem reportar uma formulao terica prpria. Primi (2003) tambm faz uma anlise crtica da construo da IE e aponta que a proposta de Goleman no foi submetida avaliao por pares nem ofereceu respaldo emprico. Vieira-Santos (2018, p. 81) aduz que, posteriormente, a proposta de Mayer, Caruso e Salovey (1999) aperfeioou a primeira definio feita por Salovey e Mayer (1990), mas, sem validao pela comunidade acadmica, esse construto foi desacreditado e, com isso, muitos achados importantes foram negligenciados.

Primi (2003) adverte que no partiu de Goleman (1995) a criao do conceito de IE, mas de Peter Salovey, John Mayer e David Caruso (SALOVEY; MAYER, 1990). A concepo divulgada por Goleman diferente da concepo original desses autores e inclui aspetos muito mais amplos do que originalmente foi proposto para inteligncia emocional, alm de algumas afirmaes como a que prope a inteligncia emocional como mais importante do que a inteligncia tradicionalmente medida pelos testes psicomtricos, o que no verdade (PRIMI, 2003). Segundo Primi (2003), atualmente, existem duas acepes para IE: a mais popular, proposta por Goleman (1995), inclui caractersticas tradicionalmente estudadas nas teorias de fatores da personalidade; a segunda abordagem (definio original da inteligncia emocional) diz respeito capacidade cognitiva, menos conhecida.

Todavia, a definio da inteligncia emocional depende da definio da inteligncia, emoo e sobre sua interao (PRIMI, 2003, p. 72). Uma dessas definies esclarece que inteligncia a capacidade de adaptao ao meio, favorecida por fatores cognitivos (maior conhecimento de informaes sobre a cultura, por exemplo, facilitaria a adaptao do indivduo ao meio, ou maior compreenso de eventos complexos inteligncia fluida elevada que pode oferecer vantagem adaptativa, ou, na criana, alta capacidade de processamento auditivo, que facilitaria a compreenso dos padres sonoros complexos da comunicao oral dos adultos).

No mbito do trabalho, a diversificao do ambiente profissional tem trazido diferenas e constantes mudanas que implicam permanente educao para o equilbrio de sentimentos, crucial para o desempenho no ambiente laboral, os relacionamentos interpessoais e a vida. Essas alteraes tm trazido, sobretudo na rea de Gesto de Pessoas, desafios que impactam profundamente as funes tradicionais de Recursos Humanos (RH), uma vez que causam rupturas no que tange gesto de pessoas nos diferentes contextos profissionais (SANTOS; CRUZ, 2019, p.7), que vo alm de simples modismos. No alcance de resultados dentro da organizao, a inteligncia emocional aporta a necessidade de conhecimentos para a gesto efetiva do ambiente de trabalho, aumento de competncias, lide das emoes e melhora na eficcia para o sucesso profissional e pessoal.

A IE procura explicar como a inteligncia, segundo a compreenso tradicional, se articula s condutas e mentes do ser humano e como seu conhecimento pode ajudar as pessoas a lidarem melhor com suas emoes para alcanar metas: trata-se, pois, do estudo das interaes entre emoo e inteligncia (WOYCIEKOSKI; HUTZ, 2009).

Para Mayer e Salovey (1997, p. 15 apud ARRUDA, 2018, p. 46), a inteligncia emocional definida como a capacidade de perceber acuradamente, de avaliar e de expressar; a capacidade de perceber e/ou gerar sentimentos quando eles facilitam o pensamento; a capacidade de compreender a emoo e o conhecimento emocional; e a capacidade de controlar emoes para promover o crescimento emocional e intelectual.Arruda (2018, p. 47) elenca as habilidades essenciais para se atingir a inteligncia emocional, que inclui a capacidade de: a)perceber, avaliar e expressar corretamente uma emoo; b) gerar ou ter acesso a sentimentos que facilitem a compreenso de si mesmo ou do outro; c) compreender as emoes e o conhecimento derivado delas; e d) controlar (equilibrar) as prprias emoes para promover o crescimento emocional e intelectual.

A Inteligncia Emocional ficaria conhecida como a "[...] habilidade para reconhecer o significado das emoes e suas inter-relaes, assim como raciocinar e resolver problemas baseados nelas. A inteligncia emocional est envolvida na capacidade de perceber emoes, assimil-las com base nos sentimentos, avali-las e gerenci-las" (MAYER; CARUSO; SALOVEY, 2000, p. 267). Vieira-Santos et al. (2018, p. 80) sintetizam as capacidades da IE:a) perceber as emoes (identificar emoo e contedo emocional em si, nos outros, em objetos e situaes, e expressar adequadamente as emoes);b) usar as emoes para facilitar o pensamento e a tomada de deciso (gerar, identificar e refletir sobre emoes que auxiliem na resoluo de um problema);c) conhecer as diversas emoes e saber usar esse conhecimento para melhorar a compreenso das emoes; d) regular ou gerenciar as emoes em si e nos outros, saber perceber, conhecer e utilizar as emoes.

Depreende-se que a inteligncia emocional envolve competncias que impulsionam a eficcia e o desempenho dentro das organizaes. Dentre essas competncias, merecem destaque, segundo Goleman, Boyatzis e Mckee (2002), Bertoldi (2013),Goleman (2007,2015), Nascimento (2020) e Sousa (2020):
- a autoconscincia ou auto percepo: competncia emocional fundamenta, refere o conhecimento das prprias emoes, pontos fortes, fraquezas, necessidades e motivaes; pessoas autoconsciente no so excessivamente crticas nem irrealisticamente esperanosas, mas honestas consigo e com os outros, reconhecem como seus sentimentos afetam a elas, a outras pessoas e ao seu desempenho;
- a autogesto: nasce do autoconhecimento e refere a habilidade em lidar com as sensaes de forma adequada, afastando a ansiedade, a tristeza, a irritabilidade;
- o autodomnio, autocontrole ou autodisciplina: capacidade para conquistar a liderana; refora a integridade como virtude pessoal e como mais-valia organizacional; compara-se a uma contnua conversa interna, que liberta da priso dos prprios sentimentos e proporciona controlar as emoes diante de mudanas;
- automotivao: mobiliza emoes em direo a um objetivo ou consecuo de metas, viabiliza a produtividade e a eficcia da organizao: pessoas buscam desafios criativos, amam aprender e se orgulham de um trabalho bem feito;
- empatia: nasce da autoconscincia, do saber colocar-se no lugar no outro; a mais facilmente reconhecida, porque considera os sentimentos dos outros nas decises inteligentes;
- gesto de relacionamentos: constitui a aptido individual para gerir as relaes com os demais na organizao;
- habilidade social: cortesia com o propsito de mover pessoas na direo desejada, promove ampliar o ciclo de conhecidos e a destreza em encontrar pontos em comum com pessoas de todos os tipos, construindo harmonia.

Quanto s motivaes, Goleman (2007 pg. 58) comenta que inteligncia emocional a capacidade de criar motivaes para si prprio e de persistir num objetivo apesar de percalos, de controlar impulsos e aguardar pela satisfao dos seus desejos, de se manter em bom estado de esprito e impedir que a ansiedade interfira na capacidade de raciocinar, de ser emptico e autoconfiante. Portanto, a IE cria motivaes para que o indivduo persista em seus objetivos, controle as emoes e alcance sucesso na vida profissional ou pessoal. O controle das emoes contribui para manter um bom raciocnio, permite solucionar problemas e torna o indivduo mais autoconfiante dentro da organizao (SOUSA, 2020).

Santos e Cruz (2019, p. 30) reforam, ainda, o equilbrio emocional, a empatia, a etiqueta pessoal e profissional, o comprometimento e execuo, o networking [trabalho em rede] e relacionamento, a sustentabilidade, entre outras, como competncias na gesto de pessoas, relacionadas com a fase atual do mundo, em que um lder deve colocar-se no lugar do outro, em cumprir compromissos firmados e em cuidar da mente.

No entendimento de Vieira-Santos et al. (2018, p. 79), toma Salovey e Mayer (1990) por base, a Inteligncia Emocional pode, enfim, ser concebida como uma capacidade de processar informaes emocionais de forma acurada e eficiente a partir de processos mentais de reconhecimento e regulao e uso adaptativo das emoes prprias e alheias: capacidade da inteligncia compreendida como o elemento mais importante que a torna equivalente a um tipo de inteligncia, cuja diferena com as demais capacidades reside no raciocinar sobre as emoes e na utilizao das informaes emocionais para auxiliar no pensar e no tomar decises.Inteligncia emocional , pois, um conjunto especfico de aptides utilizadas no processamento e conhecimento das informaes relacionadas emoo (BERTOLDI,2013, p. 97).

O desenvolvimento da inteligncia emocional capital gesto das relaes interpessoais, porque parte da compreenso e controle das prprias emoes e, ao mesmo tempo, manifesta empatia e respeito pelos sentimentos dos outros. Dessa forma, a IE contribui para aprimorar o controle das emoes e se torna importante ferramenta ao sucesso dentro das organizaes, permitindo que as pessoas trabalhem juntas, sem atrito, em busca de um objetivo comum. Pessoas com inteligncia emocional desenvolvida tendem a se sentir satisfeitas e eficientes nas suas vidas profissional e pessoal, dominando os hbitos mentais que fomentam a sua produtividade (ARRUDA, 2018, p. 48).

Gonzaga e Rodrigues (2018, p. 16) afianam que inteligncia emocional o principal diferenciador de apoio de competncias comportamentais de profissionais e lderes. Mudanas na estrutura das organizaes e aumento das atividades compartilhadas e da autonomia das equipes demandam que as pessoas tenham respostas emocionais, nem sempre positivas ou construtivas. No se exigem ambientes livres de emoes, mas que as emoes, presentes nos ambientes, sejam controladas porque impactam o desempenho das pessoas: perceber e administrar emoes, em si mesmo e em outros, capacita as pessoas a usarem suas competncias emocionais na identificao das situaes que advogam ateno e maior controle sobre elas, alm promover melhor relacionamento com os pares e lideranas. As competncias emocionais podem ser aprendidas a partir de coaching ou de programas de desenvolvimento de lideranas, possibilitando ampliar o domnio e uso da inteligncia emocional por parte de todos dentro da organizao.

Para Vieira-Santos et al. (2018, p 82), o desenvolvimento deste tipo deinteligncia tende a amplificar o bem-estar e felicidade das pessoas, ajuda no enfrentamento adaptativo de situaes difceis, aumentando as chances de xito e diminuindo a probabilidade de fracasso. Vale destacar que o aprendizado da Inteligncia Emocional um processo que se inicia com o autoconhecimento (conhecer as prprias emoes e sentimentos), avana para o controle emocional (nem sempre fcil dentro do ambiente de trabalho, constituindo um desafio ainda maior), a automotivao (pilar essencial da inteligncia emocional para o alcance de objetivos organizacionais e desejos pessoais, o engajamento no propsito, o aumento da autoconfiana e da autoestima), o reconhecimento das emoes nos outros (capaz de promover empatia por eles), a habilidade de relacionamento interpessoal (interao saudvel com os outros e obteno do melhor proveito da convivncia).

A inteligncia emocional um diferencial no mercado de trabalho. Se um colaborador no consegue gerir suas emoes e sentimentos, por mais competente e eficaz que seja ao executar suas tarefas, propende a obter resultados negativos com reflexos em seu trabalho e na organizao. Por isso, acredita-se que a inteligncia emocional, albergada na capacidade de compreender os sentimentos e emoes de outros indivduos, de lidar com os prprios sentimentos e de gerir as emoes de forma consciente (administrando medo, felicidade, raiva, estresse, conflitos, ansiedade, euforia etc.), seja a chave para a evoluo do negcio e interfere na criao de um clima organizacional positivo e no bom convvio em grupo (respeito, empatia), com repercusses decisivas na produtividade, credibilidade e sucesso do negcio.

Algumas sugestes podem ser elaboradas para a construo da inteligncia emocional no trabalho: comear com o autoconhecimento, praticar a autoconscincia e incentivar os colaboradores a fazerem o mesmo; gerenciar emoes negativas; criar uma estratgia positiva de controle emocional, evitando atitudes impulsivas; aprender a persuadir o outros em constranger ou manipular; ser emptico, entender suas emoes e as emoes dos outros, colocando-se em seu para melhor entender sentimentos, angstias e necessidades; estar sempre disposto a ouvir com ateno. Por fim, em consonncia com Bertoldi (2013, p. 60), oportuno lembrar que, para a sade emocional e fsica, quanto mais satisfao se angariar dos colaboradores, mais retornos haver em produtividade e se criar uma organizao mais competitiva e equilibrada.

REFERNCIAS

ANDRADE NETA, N. F.; GARCA, E. G.; GARGALLO, I. S. A inteligncia emocional no mbito acadmico: uma aproximao terica e emprica. Psicol. Argum., v. 26, n. 52, p. 11-22, jan./mar. 2008.

ARRUDA, T. J. M. Inteligncia emocional e capacidade dinmica: uma abordagem voltada para a melhoria da gesto pblica. Revista Cientfica Multidisciplinar Ncleo do Conhecimento, ano 3, v. 4, n. 4, p. 41-59, abr. 2018.

BERTOLDI, A. D. Psicologia organizacional e do trabalho. Indaial: Uniasselvi, 2013. 257 p.

GOLEMAN, D. Inteligncia emocional. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 1995.

______. Inteligncia emocional: a teoria revolucionria que redefine o que ser inteligncia. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2007.

______. Liderana A inteligncia emocional na formao do lder de sucesso. Traduo: Ivo Korytowski. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2015. 188 p.

GOLEMAN, D.; BOYATZIS, R.; MCKEE, A. Primal leadership: realizingthepowerofemotionalintelligence. Boston: Harvard Business School Press, 2002. 305 p.

GONZAGA, A. R.; RODRIGUES, M. C. Inteligncia emocional nas organizaes. Canoas, RS: Editora Unilasalle, 2018. 48 p.n

MAYER, J. D.; CARUSO, D. R.; SALOVEY, P. Emotionalintelligencemeetstraditional standards for anintelligence. Intelligence, v. 27, n. 4, p. 267-298, December 1999.

MAYER, J. D.; SALOVEY, P.; CARUSO, D. R. Inteligncia emocional como zeitgeist, como personalidade e como aptido mental. In: BAR-ON, R.; PARKER, J. D. (org.). Manual de inteligncia emocional: teoria e aplicao em casa, na escola e no trabalho. Porto Alegre: Editora Artmed, 2002. 383 p. (p. 81-98).

NASCIMENTO, Juan Mike de Souza. Inteligncia emocional no trabalho. Revista Gesto universitria, v. 13, 28 ago. 2020.

PRIMI, R. Inteligncia: avanos nos modelos tericos e nos instrumentos de medida. Aval. psicol., Porto Alegre, v. 2, n. 1, p. 67-77, jun. 2003.

ROBERTS, R. D.; FLORES-MENDOZA, C. E.; NASCIMENTO, E. Inteligncia emocional: um construto cientifico? Paidia, v. 12, n. 23, p. 77-92, abr. 2002.

SALOVEY, P.; MAYER, J. D. Emotionalintelligence. Imagination, cognitionandpersonality, v. 9, p. 185-211, 1990.

SALOVEY, P.; MAYER, J. D. Whatisemotionalintelligence? In: ______ (eds.). Emotionaldevelopmentandemotionalintelligence: educationalimplications. 1st ed.New York: Basic Books, 1997. 288 p. (p. 3-31).

SANTOS, E. A. P.; CRUZ, M. T. S. (orgs.). Gesto de pessoas no sculo XXI: desafios e tendncias para alm de modismos. So Paulo: Tiki Books: PUC-SP/ PIPEq Editora, 2019. 234 p.

SOUSA, Y. R. Inteligncia emocional nas organizaes. 2020. 24 p. Artigo (Bacharelado em Administrao) Centro Universitrio do Planalto Central Apparecido dos Santos, Uniceplac, Braslia, 2020.

VIEIRA-SANTOS, J.; LIMA, D. C.; SARTORI, R. M.; SCHELINI, P. W.; MUNIZ, M. Inteligncia emocional: reviso internacional da literatura. Estudos Interdisciplinares em Psicologia, Londrina, v. 9, n. 2, p. 78-99, ago. 2018.

WOYCIEKOSKI, C.; HUTZ, C. S. Inteligncia emocional: teoria, pesquisa, medida, aplicaes e controvrsias.Psicol. Reflex. Crt., v. 22, n. 1, p. 1-11, 2009.
MAIS Artigos
MAIS LIDAS
� vedada a transcri��o de qualquer material parcial ou integral sem autoriza��o pr�via da dire��o
Entre em contato com a gente: (17) 99715-7260 | sugest�o de reportagem e departamento comercial: regiaonoroeste@hotmail.com