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Quarta, 31 de Maio de 2023

A cada dia, 145 mulheres so internadas para tratar varizes

29/03/2023 as 10:00 | Brasil | Agncia Brasil
Dados da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular mostram que 145 mulheres so internadas todos os dias no Brasil para tratamento de varizes. O clculo que, a cada hora, em mdia, seis mulheres so submetidas a cirurgias para tratar do problema apenas na rede pblica. Apesar dos altos nmeros, a entidade alerta que muitos casos represados durante a pandemia de covid-19 podem ainda no ter sido tratados.

O levantamento, elaborado a partir de informaes disponveis na base de dados do Ministrio da Sade, mostra que as varizes so amplamente mais comuns em mulheres. Na srie histrica analisada, entre 2013 e 2022, 76% dos 695 mil casos registrados foram em pessoas do sexo feminino, totalizando 529 mil mulheres submetidas ao tratamento nos ltimos dez anos.

A entidade responsvel pelo estudo destaca que no se trata apenas de uma questo esttica e que, sem o cuidado devido, as varizes implicam perda de qualidade de vida, causando dores e desconforto. O problema compromete a rotina de milhares de brasileiras e pode evoluir para situaes graves e de difcil reverso.

Pandemia
Com 45,8 mil mulheres internadas por varizes em 2022, o banco de dados do Sistema nico de Sade (SUS) registrou aumento de 103,4% em comparao ao ano anterior, quando 22,5 mil mulheres foram internadas pelo problema na rede pblica. O nmero ainda 26% menor que a mdia de procedimentos que notificada nos anos anteriores.

O levantamento mostra que, entre 2013 e 2019, recorte da srie histrica que no sofreu impacto da covid-19, em mdia, 62 mil mulheres foram internadas a cada ano para tratamento da doena.

Os dados revelam ainda que 2020 e 2021 foram os anos com maior percentual de internaes de carter de urgncia, em comparao ao nmero total de registros. Nesse perodo, 17% das internaes no foram de carter eletivo. Em todos os outros anos da srie histrica, essa marca permaneceu abaixo dos 14%.

O cenrio sugere que muitas pacientes no contaram com suporte clnico e ambulatorial, tendo que recorrer ao atendimento emergencial em prontos-socorros devido gravidade dos sinais e sintomas, concluiu a entidade.
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