TRE diz que errou e nega prisão de prefeito de Hortolândia - regiaonoroeste.com
Domingo, 04 de Dezembro de 2022

TRE diz que errou e nega prisão de prefeito de Hortolândia

02/10/2022 as 12:46 | Hortolândia | G1
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo divulgou nota confirmando que errou e negou a prisão do prefeito de Hortolândia (SP), Zezé Gomes (PL), por boca de urna. O órgão esclareceu que foi o chefe do executivo de Bocaina (SP), Marco Antônio Giro (DEM), quem foi preso pelo crime eleitoral - ele nega a irregularidade.

Após a confusão, o prefeito de HortolÂndia atendeu a imprensa em frente a Escola Pastor Roberto Rodrigues de Azevedo, onde votou pela manhã.

"Nós vamos pedir reparação de tudo isso. Com certeza. Eu estou surpreso com isso (notícia da prisão), estava votando quando chegou a notícia", disse Zezé Gomes.

O que diz o TRE?
Em nota, o TRE-SP corrigiu a informação e explicou as circunstâncias em que o prefeito de Bocaina foi preso. Veja na íntegra:

"Ao contrário do que foi divulgado anteriormente, o prefeito de Hortolândia não foi detido por realização de boca de urna. Quem foi detido na manhã deste domingo (2) foi o prefeito de Bocaina (SP), Marco Antonio Giro (DEM), conhecido como Pipoca, por realização de boca de urna perto de um local de votação, o que é proibido pela legislação eleitoral.

Ele foi flagrado pelo chefe do cartório eleitoral e pelo juiz eleitoral Alexandre Vicioli perto da Escola Municipal Santa Rita de Cássia distribuindo “santinhos”. Com ele, também foram encontrados alguns adesivos com propaganda eleitoral. Todo o material foi apreendido.

O prefeito foi conduzido à delegacia, onde foi registrado um boletim de ocorrência por infração ao delito tipificado no artigo 39, parágrafo 5º, inciso III, da Lei 9.504 de 1997."

O que diz o prefeito de Bocaina?
Em nota, o prefeito Marco Antonio Giro (DEM) negou o crime de boca de urna, e que houve uma confusão por atuar como delegado partidário. Veja a nota na íntegra:

"O Prefeito Marco Antonio Giro não esteve praticando nenhum ato de boca de urna. Ocorreu uma distorção através de denúncia anônima, o Sr. Marco Antônio Giro estava com crachá de delegado partidário na camiseta.

Devido ao fato ele compareceu espontaneamente junto a Polícia Civil, e com a realização do esclarecimento, foi imediatamente liberado e se encontra normalmente em sua atividade como delegado partidário."
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