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Domingo, 04 de Dezembro de 2022

REPETIÇÃO PADRÃO DE COMPORTAMENTO: mecanismos e funcionamento

21/08/2022 as 19:55 | Fernandópolis | André Marcelo Lima Pereira
Acredita-se que 45% dos comportamentos do ser humano tendam a repetir-se diariamente no mesmo ambiente físico ou em contato com as pessoas. Essas repetições ocorrem, primeiramente, de modo espontâneo, sem que sejam pensadas e com pouca ou nenhuma intenção, como se fossem automatismos a auxiliarem no atendimento às demandas do cotidiano. A repetição envolve algo de que não se consegue lembrar, por mais que se tente (ALMEIDA; ATALLAH, 2008). Na psicanálise, tornou-se fundamental o conceito de repetição (BARBOSA NETO, 2010), mencionado em toda a teorização de Freud, que insere a transferência como parte do campo da repetição como forma de recordar (presentificaro passado esquecido) sem ter consciência do que está ocorrendo, ou seja, a pessoa repete sem saber que está repetindo(FERREIRA; CARRIJO, 2016).

Com a transferência na psicanálise, o profissional se envolve nos afetos vividos pelo paciente no passado e tornados presentes no tratamento psíquico: essa estratégia atua sobre a temporalidade, a espacialidade, o trânsito entre passado e atualidade, como “movimento entre o longe e o perto, e através da passagem de uma pessoa a outra” (MAESSO, 2020, p. 1). Devido à estreita relação da transferência com a repetição em situação analítica, apesar de evidenciar obstáculos na forma de resistência ao tratamento, a transferência propicia acesso ao inconsciente, tornando-o atual. Seu manejo é considerado indispensável para o tratamento psicanalítico. Pela transferência, o psicanalista obriga o paciente a transformar a repetição em lembrança, possibilitando torná-la consciente (FERREIRA; CARRIJO, 2016).

A repetição padrão de comportamento pode, por exemplo, manifestar-se no casamento, diante de crises de instabilidade e necessidade de reorganização das relações e regras de funcionamento da família. Nessas situações, padrões familiares transgeracionais podem evidenciar-se, favorecendo ou dificultando determinados comportamentos no meio familiar (NEPPL, 2009). A “repetição desses padrões evidencia a transgeracionalidade e garante a sobrevivência e perpetuação da família [...] apesar de também gerar possíveis dificuldades e impedimentos ao crescimento do sistema familiar” (ALVES-SILVA; SCORSOLINI-COMIN, 2021, p. 85-86).

Qualquer esforço na tentativa de interferir nesses comportamentos ou alterá-los pode ser inútil, posto que se cristalizaram no inconsciente do indivíduo ou estão disponíveis no pré-consciente e se concretizam, geralmente, em situações estáveis. Em condições instáveis, as repetições padrão de comportamento surgem como respostas orgânicas, automáticas, como solução de alguma dificuldade (CRISTO; GHÜNTHER, 2015). A título de exemplificação, mesmo que o sujeito queira colaborar com a coleta seletiva, ele tende a não separar os objetos recicláveis do lixo comum; ou, ainda, mesmo que trabalhe perto de casa, ele não se sente motivado a ir a pé ao trabalho e deixar seu meio de locomoção em casa. Nestas circunstâncias, o indivíduo cria comportamentos padrão que se repetem em forma de hábitos como respostas prontas à realidade momentânea. Assim, repetição é entendida como o ato de afirmar, de expressar um comportamento mais uma vez, de fazer acontecer novamente.

A manifestação de comportamentos repetitivos padronizados pressupõe, inicialmente, a formação de atitudes atuais combinadas com experiências passadas do indivíduo, que motivam o comportamento ou a ação. A partir da consolidação desses movimentos comportamentais, como se constituíssem uma estrutura de conhecimento ou aporte mental no inconsciente ou disponível no pré-consciente, o sujeito faz escolhas espontâneas, involuntárias ou minimamente conscientes para cada estímulo situacional em forma de constante repetição sempre acessível à memória (CRISTO; GHÜNTHER, 2015).Geralmente, as repetições padrão de comportamento são motivadas por ambiente externo, convívio com pessoas ou situações novas que exigem uma reelaboração mental rápida a ser dada como resposta a um estímulo externo ou extemporâneo (BARBOSA NETO, 2010).

É oportuno lembrar que, segundo a teoria freudiana, o inconsciente não é diretamente observável, embora perceptível; é local das pulsões (de vida e morte) e armazena, desde o nascimento, as memórias, emoções e experiências passadas, conscientemente esquecidas ou reprimidas (recalcadas), estando apto a formar comportamentos e hábitos. Por sua vez, o pré-consciente retém memórias recentes, pensamentos recorrentes, padrões de comportamento e hábitos, com acesso rápido e comunicação constante com a mente consciente (FRÓES; VIANA, 2016).

Em Freud, o recalque consiste de um mecanismo que envia ao inconsciente emoções, pulsões e afetos considerados desagradáveis ou repulsivos ao indivíduo, a fim de evitar sofrimento. Recalque é fuga, mecanismo de defesa por meio do qual se evita o desprazer. A repressão desses recalques para o inconsciente, porém, não os elimina, e podem ser disponibilizados de forma involuntária, causando distúrbios no indivíduo. Assim, o conteúdo reprimido opera a partir do inconsciente, podendo tornar-se um obstáculo permanente na vida do sujeito. Quando um sofrimento se estabelece, porém, o indivíduo, mesmo contra sua vontade e sem saber, recorre a esse conteúdo, repetindo comportamentos ou atitudes como ato compulsivo, rumo a uma satisfação. A “articulação entre o recalque, resistência e repetição se dá em função de um objetivo: impedir a recordação, evitar desprazer” (BARBOSA NETO, 2010, p. 24).

Nas relações interpessoais e com o mundo, o ser humano é estimulado a se aproximar de pessoas que lhe deem prazer e a se afastar dos indivíduos que lhe causem algum tipo de desprazer ou dor: é conduzido pela motivação. Assim, as ações humanas são cercadas pela motivação, e o ser humano é incentivado a elaborar comportamentos que lhe deem prazer e satisfação das necessidades, ou uma resposta certa a determinada situação. Em decorrência, uma relação pode ser prazerosa quando promove a realização de desejos, necessidades e obtenção da felicidade e, por isso mesmo, tende sempre a repetir comportamentos que produzam tais efeitos. Em contraponto, a partir das relações interpessoais que conduzam a comportamentos indesejáveis, que não agradem ou não realizem necessidades e desejos, o sujeito tende a repelir essas “fontes” (pessoas) indesejáveis e inviáveis, uma vez que lhe podem produzir relacionamentos doentios (FERREIRA, 2009).

Muitos relacionamentos humanos se apresentam como repetições de comportamentos previamente elaborados, dentro de um padrão relacional típico, dependendo de como o sujeito mantém contato com as pessoas e com o meio. Uma existência saudável, portanto, depende do grau de qualidade desses contatos e diz respeito à satisfação adequada de necessidades por meio da autorregulação entre sujeito e meio, de forma que a toda doença subjaz a não satisfação (ou satisfação empobrecida) desses desejos não atendidos, mas que o precisam ser (RIBEIRO, 2021). Diante da não satisfação dos desejos, tendem a irromper repetições padronizadas de comportamentos, cuja meta é realizá-los. Para Perls (2002), a repetição é a essência do desenvolvimento: é mecânica, imperfeita e contrária à vida orgânica, mas se mantém até que surja um novo interesse, isto é, ela se mantém até que se resolva um problema ou se busque um novo objetivo (meta).

A repetição padrão de comportamento, porém, se rebela contra a pessoa, travando-a pela fixação, que é mecanismo neurótico a ser trabalhado pela psicanálise. Ribeiro (2021) considera a fixação como um processo de apego excessivo a pessoas, ideias, emoções, coisas etc., que nelas permanecem sem preocupação consciente de verificar vantagens ou desvantagens desse apego. A repetição interrompe o contato com a realidade atual e resulta em perda da saúde orgânica e desgaste energético centrado em um único objeto de interesse. Ferreira (2009, p. 32) ressalta que as “repetições costumam nos deixar fixos no passado, sem condições de visualizar o momento presente, fazendo com que deixemos escapar oportunidades de crescimento”, embora a repetição de padrão de comportamento possa apresentar-se como “fórmula” para a solução de situações diferentes, sem meios de adaptação.

Diante de um problema, as pessoas tendem a solucioná-lo à semelhança de como agiram no passado, especialmente se obtiveram um resultado satisfatório. Diante de uma situação nova, aparentemente insolúvel, buscam-se as respostas corretas apoiando-se em situações semelhantes do passado, em que encontraram solução. Assim, a superação de um conflito e a realização de um desejo ou necessidade, às vezes, requerem o ingresso na repetição padrão de comportamento, percorrendo o mesmo trajeto várias vezes. Todavia, mesmo que, no passado e em caso semelhante, a pessoa tenha obtido resultados satisfatórios, a repetição não garante o mesmo sucesso e, diante da nova situação não resolvida, o sujeito se vê obrigado a adaptar o pensamento e seu antigo comportamento a uma realidade diferente. Compreende-se, igualmente, que o sujeito possa incorrer, sistematicamente, em erros, embora erros façam parte do processo de aprendizado para chegar ao acerto e se evidenciem como fator contributivo no desenvolvimento cognitivo (VIEIRA; CARNEIRO, 2014).

Para Ribeiro (2021), muitas repetições não são instintivas e sem sentido, mas buscam a perfeição. Quando, porém, estas repetições não objetivam a perfeição, elas se enfraquecem e se esvaecem. Como a repetição é uma forma fixa de se relacionar com o meio, e o homem é um ser-em-relação, a repetição se manifestará em seus relacionamentos: “o homem e o meio são interdependentes e é na relação com o meio que o homem pode crescer” (FERREIRA, 2009, p. 32).

A dinâmica da repetição traz implicações na vida da pessoa, nos “processos de desenvolvimento de comportamentos, de enfraquecimento de comportamentos [...] inclusive fisiológicas, de custos e de dificuldades para o próprio organismo”, além de obstáculos cognitivos, como no processo de aprendizagem e elaboração de comportamentos positivos diante de situações conflituosas (KIENEN et al., 2018, p. 33). Há implicações da repetição padrão de comportamento, manifestas, por exemplo, em relacionamentos amorosos. Às vezes, uma pessoa encerra um relacionamento e o substitui por outro completamente diferente, embora, em pouco tempo, possam ocorrer os mesmos conflitos, o que pode apontar para uma doença crônica, de repetição, de ansiedade, estados depressivos, pânico, mesmo que se mude o estilo de vida. Uma repetição padrão de comportamento sugere aprisionamento da pessoa que não consegue evitar atitudes ou respostas situacionais geradas.

Ferreira (2009) sugere que esse tipo de comportamento se deve, muitas vezes, a pressões do meio social que impõe, v.g., modelos de parceiros ideais para os relacionamentos: os sujeitos introjetam um modelo como referencial a partir do qual fazem suas escolhas amorosas (esposos e namorados), mesmo que estas não contemplem seus mundos subjetivos. Dessa forma, aumenta a probabilidade de que tais relacionamentos tenham pouca duração, porque sua subjetividade (vontades) não é correspondida e as decepções logo começam a surgir. Em outra situação, repetindo comportamentos de antepassados, a relação amorosa pode representar a sensação de posse diante da possibilidade de perda da pessoa amada.

Tais padrões não saudáveis mais se parecem com prisões que impossibilitam experimentar desafios, situações novas e reequilíbrio. A psicanálise contribui para quebrar padrões de comportamentos repetitivos que impedem o desenvolvimento saudável do indivíduo. A prática da terapia psicanalítica, de modo geral, favorece o reencontro da pessoa consigo mesma por possibilitar a oferta de soluções pertinentes, que produzem avanços no desenvolvimento da personalidade. Essa abordagem, essencialmente ativa, auxilia o sujeito a recuperar sua autonomia, a construção de seu cotidiano e da própria existência (OLIVEIRA; MENDONÇA, 2020). Segundo Almeida (2010), pela terapia, a pessoa se dá a oportunidade de manifestar sintomas, emoções, vivências, crenças, dimensões da existência que permitem delineamento e manejo, oferecendo à pessoa a possibilidade da construção de seu comportamento em função do atendimento a suas necessidades e desejos.

Ferreira (2009) e Cristo e Ghünter (2015) identificam alguns possíveis fatores que podem desencadear os comportamentos repetitivos, com reincidência nos relacionamentos afetivos e sociais, tais como: atuação dos mecanismos neuróticos como a introjeção (modelos parentais e imposição de conceitos pelo meio social); estreito ou limitado nível de consciência de si e da consciência perceptiva; dificuldade de aprender a partir das experiências vivenciadas e, por isso mesmo, insistência da repetição de determinado comportamento situacional padrão; não experimentação de consciência global do momento atual nem atenção ao conjunto da percepção pessoal, corporal e emocional, interior e ambiental. A repetição, nestas condições, se torna uma barreira importante às mudanças para o desenvolvimento e impede a alteração de padrões de comportamentos já cristalizados, danosos ao indivíduo, aos relacionamentos e ao ambiente como um todo.

Abandonar a repetição padrão de comportamento torna-se uma tarefa difícil, porque ela tende a produzir conforto, segurança e confiança em situações previsíveis, elimina estressediante de uma situação nova ou imprevisível. Por isso, é cômodo optar-se por caminhos conhecidos, por mais penoso ou desastroso que isso se torne, e romper a repetição padrão de comportamentos pode significar romper crenças (muitas delas irracionais), afrontar pessoas e relacionamentos, desapegar-se de algo cristalizado, consciente ou inconscientemente. Uma abordagem psicanalítica busca ajudar as pessoas a identificarem pensamentos incômodos, relacionamentos inócuos ou crenças irracionais e substitui-las por comportamentos saudáveis e autoafirmações mais racionais (MARTIN; PEAR, 2009).

Existem alguns meandros e vias que podem favorecer a ruptura da repetição padrão de comportamento, inclusive os comportamentos transgeracionais, como exemplificam Nepplet al. (2009), Oliveira e Mendonça (2020) e Alves-Silva e Scorsolini-Comin (2021): ter consciência deque o padrão existe; manter disposição de interrompê-lo e não mais repeti-lo; compreender se o padrão traz algum benefício ou favorecimento pessoal e, em caso negativo, ter determinação de eliminá-lo; admitir experiências anteriores, respeitá-las e valorizá-las, mas admitir adaptações a vivências atuais; desenhar, com firmeza e consciência, caminho novos, evitar erros e descaminhos anteriores, ou esforçar-se por repará-los; reconstruir-se, confiante de que desfrutará de uma realidade livre e harmoniosa.


REFERÊNCIAS

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ALMEIDA, R. A. Possibilidades de utilização da psicoterapia breve em hospital geral. Rev. SBPH, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, p. 94-106, jun. 2010.

ALVES-SILVA, J. D.; SCORSOLINI-COMIN, F. Transmissão transgeracional de padrões conjugais e familiares: implicações para o cuidado em saúde. Nova perspect. sist., São Paulo, v. 30, n. 70, p. 77-92, maio/ago. 2021.

BARBOSA NETO, E. O conceito de repetição na psicanálise freudiana ressonâncias clínicas na re-elaboração simbólica do repetido. 2010. 86 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica) – Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE, 2010.

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FERREIRA, D. D.; CARRIJO, C. Manejo transferencial em Freud: uma análise da relação entre transferência e sugestão. Ágora, Rio de Janeiro, v. 19, n. 3, p. 393-408, set./dez. 2016.

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KIENEN, N.; GIL, S. R. S. A.; LUZIA, J. C.; GAMBA, J. (orgs.). Análise do comportamento: conceitos e aplicações a processos educativos clínicos e organizacionais. Londrina: Editora UEL, 2018. 165 p.

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OLIVEIRA, G. M. S.; MENDONÇA, M. M. Perda e conquista da própria autoria existencial: estudo de caso na Gestalt-terapia. 2020. 40 f. Monografia (Especialização na Abordagem Gestáltica) – Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-terapia de Goiânia – ITGT, Pontifícia Universidade Católica de Goiás – PUC-GO, Goiânia, GO, 2020.

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RIBEIRO, J. P.O ciclo do contato: temas básicos na abordagem gestáltica. 9. ed. São Paulo: Summus Editorial, 2021. 208 p.

VIEIRA, A. R. L.; CARNEIRO, C. H. O erro como um caminho pedagógico para o acerto: discussões de uma pedagogia reflexiva. In: VII UEPB, 27 a 29 de novembro, Campina Grande, Paraíba. Anais... Campina Grande, PB, 2014. 12 p.
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