Sexta, 26 de Fevereiro de 2021

Após 32 anos, fernandopolense procura família biológica no MT

24/01/2021 as 06:51 | Brasil | Olhar Direto
Nascida em Peixoto de Azevedo, no Hospital Nossa Senhora Aparecida, em 1989, e atualmente moradora de Fernandópolis (SP), Seanny Salomão Soares é mãe de dois filhos, um de 12 e outro de 2 anos.

Filha adotiva de Sonia e Reinaldo, ela está procurando informações sobre sua mãe e irmãos biológicos. O único conhecimento que possui sobre sua mãe é o nome: Maria Rosa.

Seanny procurou o Olhar Direto pois já está buscando informações sobre o paradeiro de sua mãe há anos. Ela contou que Sônia (mãe adotiva) sempre quis ter filhos,mas não podia e foi quando uma amiga lhe contou sobre Maria Rosa. Esta, por sua vez, era garota de programa da cidade de Peixoto de Azevedo, ‘vivia nos garimpos’ e já tinha dado outras crianças para outros pais adotivos e estava disposta a dar Seanny para Sônia.

“Falaram que tinha uma mulher, uma moça que se chama Maria Rosa que queria dar a criança e faltava só o final da gestação. Minha mãe foi conhecer ela, minha mãe cuidou dela no final da gestação porque ela levou um tiro no pé, teve malária e minha mãe cuidou dela, até o dia que eu nasci. Assim que eu nasci essa Maria Rosa chegou a ir até onde Sonia, minha mãe adotiva, morava. Ela chegou de ir lá, mas ela não me aceitava e minha mãe não teve mais contato com ela.”

Além disso, Seanny conta que Maria Rosa dava todos os filhos e, sendo assim, também gostaria de saber do paradeiro de seus irmãos. Acrescentou que já tentou de várias formas, porém só tem o nome de sua mãe.

A mulher procurou em grupos do Facebook de Peixoto do Azevedo, contudo, recebeu retornos inesperados. Nome comum de várias mulheres na cidade, várias especulações sobre sua mãe biológica surgiram, mas sem certeza alguma. Seanny cogitou procurar no hospital que ela nasceu a 32 anos atrás, mas não conseguiu informações.

“Minha mãe fala que quando eu nasci tinha uma irma de sete anos e que a Maria Rosa deu todos seus filhos porque era garota de programa no garimpo. Então todos os filhos ela dava. Única coisa que sei dela é que ela chama Maria Rosa. Não sei o sobrenome. Uma vez eu achei um documento há muitos anos, eu era criança e nem tenho mais esse papel. Só tinha o primeiro nome Maria Rosa, inclusive ela tinha dificuldades para escrever. Ela me deu pra minha mãe e eu já tentei no Facebook da cidade de Peixoto pra ver se alguém poderia me ajudar; as pessoas do grupo e da cidade tentaram me ajudar porém em Peixoto, Maria rosa é um nome comum tem muitas mulheres com esse nome lá”, finalizou.
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