Sábado, 20 de Julho de 2019
Advogados esperam exame para questionar prisão de comerciante em Fernandópolis
05/08/2013 as 17:01 | | EthosOnline
Advogados de Mauro Brandini, preso por tráfico de drogas pela Dise de Fernandópolis (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) esperam o resultado de exame toxicológico para imputar que o suspeito era dependente químico e não comercializador de drogas.

O RIAH é o nome comercial dos exames toxicológicos baseados em análise de queratina (cabelos ou pelos realizados pela Psychemedics Corporation, considerados o estado de arte em testes para detecção do consumo de entorpecentes.

Cinco pessoas (quatro homens e uma mulher) foram presas com quatro quilos de cocaína.

Caso seja aceito, o suspeito passa a ser recolhido para tratamento ambulatorial.

A Polícia Civil informou que o flagrante foi realizado depois que um funcionário de uma empresa de reforma de cadeiras , foi surpreendido ao fazer entrega de entorpecente na cidade. A operação aconteceu ao mesmo tempo na Cecap, no Parque Universitário e na empresa, situada na Avenida dos Arnaldos, perto da escola estadual Joaquim Antonio Pereira.

Na Cecap, os policiais da DISE localizaram um minilaboratório destinado ao refino e mistura da droga para a produção de crack. Ali, apenas uma pessoa foi detida.

Na empresa de reforma de cadeiras, a polícia encontrou em poder, Mauro Roberto Brandini Barros, , uma porção de cocaína, além de outras porções numa mesa.Ele está preso em Araçatuba. Um HC foi denegado pelo Tribunal de Justiça.

A mãe do acusado teria tentado esconder o restante da droga, guardada numa caixa de isopor, jogando um casaco sobre a tampa. Um policial teria percebido a manobra. Na caixa, havia 3,5 quilos de cocaína. Da reformadora de cadeiras também foram levados pela polícia uma CPU, uma balança de precisão e um celular. Na soma geral das apreensões, também constam outra balança de precisão, uma máquina fotográfica e produtos químicos para refino de cocaína.

Outros acusados foram soltos pela Justiça. Por sua vez, o enquadramento dos crimes de tráfico e associação ao tráfico (artigos 33 e 35 da Lei n.º 11363/2006). As penas previstas vão de oito a 25 anos de reclusão.
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