Quarta, 16 de Outubro de 2019
Diretor da UB teria orientado reitor a fazer TAC com o MPF
19/09/2019 as 07:01 | Fernandópolis | Da Redaçao
Preso na Operação Vagatomia, o presidente do Campus da Universidade Brasil em Fernandópolis teria orientado o reitor José Fernando Pinto da Costa a fazer um acordo com o Ministério Público Federal e evitar que o caso fosse investigado mais a fundo.

A orientação teria sido mencionada em uma conversa telefônica entre Ricardo Saravalli e Orlando Pereira Machado – presos no último dia 3 de setembro – Orlando teria contado que Amauri Piratininga teria dito ao reitor que fizesse um TAC (Termo de Acordo de Conduta) como o Ministério Publico Federal.

José Fernandes teria dito que quem manda na Universidade Brasil é ele e que não faria acordo com ninguém, referindo ao Procurador da República em Jales como pessoa desocupada e que não trabalha. Ele é o responsável pelas investigações e denunciante do esquema de venda de vagas do curso de Medicina e fraudes no Fies e ProUni.

Trecho extraído do inquérito mostra a prepotência do reitor: “No índice 63013235, a postura do Magnífico fica ainda mais indiciada. RICARDO e ORLANDO, investigados, têm a seguinte conversa: “ORLANDO conta que AMAURI disse ao REITOR para fazer um TAC (Termo de Acordo de Conduta) com o MPF; e que o REITOR disse que quem manda lá é ele (Reitor) e que não IRIA FAZER TAC COM ESSE VAG... NEM A PAU (se referindo ao Procurador da República). ELE QUE VÁ TOMAR NO C...” (última palavra não reproduzida por este magistrado, por se tratar de baixo calão)”.
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