Sexta, 03 de Abril de 2020

OSS de Andradina assume oficialmente Santa Casa de Fernandópolis

Agora é oficial!. 91 dos 250 membros da Irmandade da Santa Casa de Fernandópolis aprovaram em assembleia geral a transferência da administração à OSS de Andradina. A reunião que começou pouco depois das 18h00 e terminou por volta das 20h30, sacramentou o pedido da ex-provedoria comandada pelo empresário Edilberto Sartin de entregar a entidade a pessoas profissionais que entendam de administração hospitalar.
05/04/2017 as 21:53 | Fernandópolis | Da Redaçao
Antes mesmo antes do inicio da assembléia teve aqueles que manifestaram timidamente pela não aprovação, mas a maioria dos presentes entendeu que essa era a única saída para a entidade. Um dos irmãos chegou a comentar que o hospital corria risco de fechar.

O ex-provedor, que agora fará parte do conselho administrativo, disse à reportagem que fez o que pode pela Santa Casa e desde o início manifestou que o caminho seria a profissionalização administrativa. “Deixei minha empresa e meus negócios para me dedicar à entidade. Fiz minha parte e acho que contribui com a população”, declarou Sartin.

O prefeito André Pessuto, que participou da reunião como membro da irmandade, salientou que esse era o único caminho. “Agora é a profissionalização da diretoria executiva da Santa Casa. A irmandade vai fazer o papel dela, porém, toda diretoria executiva vai sofrer uma transformação. Acredito que a Santa Casa só tem a ganhar com isso e que o hospital volte ser uma referencia nos próximos anos”, disse

Pessuto ainda afirmou que não será uma missão fácil e as mudanças não ocorrerão da noite para o dia. Os fatos irão acontecer gradativamente com uma gestão profissional e com isso voltará a ganhar o reconhecimento em nível estadual que nunca deveria ter perdido.

Para o presidente da Câmara Municipal Étore Baroni é uma alternativa que tem tudo para dar certo, já que esse pessoal que está assumindo é do ramo. “Não tínhamos outra alternativa se não essa. A Santa Casa chegou numa situação que poderia fechar as portas ou encontrar alguém do ramo para administrar. Todas as pessoas que estiveram a frente da entidade fizeram o possível e impossível. Agora essa nova gestão era ter apoio de deputados, da Irmandade e do governo do Estado de São Paulo.

O próximo passo é fazer as adequações administrativas e em seguida rever os contratos médicos.
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